Cais do Sertão Museum / Brasil Arquitetura

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© Nelson Kon © Nelson Kon
  • arquitetos: Brasil Arquitetura
  • Localização: de. Alfredo Lisboa, 10 – Recife, PE, 50030-030, Brasil
  • autores: Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz
  • Autores co: Pedro Del Guerra, Cícero Ferraz Cruz, Luciana Dornellas
  • Área: 5000.0 m2
  • projeto Ano: 2018
  • fotografias: Nelson Kon
  • colaboradores: Anne Dieterich, Beatriz Marques, Fabiana Paiva, Felipe Música, Fred Meyer, Gabriel Mendonça, Gabriel Grinspum, julho Tarragó, Victor Gurgel
  • estagiários: Guilherme Tanaka, Laura Ferraz, Roberto Brotero, William Campos
  • Desenhos de publicação: Bruno Veiga, Francielle Lopes
  • Gerente: Colméia
  • Construtor: Consórcio Gusmão/Concrepoxi
  • Panorama: André Paoliello
  • Estrutura: Fabian T. Oyamada
  • Instalações elétricas: MBM Engenharia
  • Instalações hidráulicas : MBM Engenharia
  • Ar condicionado: TR THÉRMICA – soluções em sistemas aerohidrotérmicos
  • Iluminação: Lux Projetos/Ricardo Heder
  • Acústica: Harmonia Acústica - Ackerman, Holtz
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Descrição de texto fornecidos pelos arquitetos. Para a construção do museu, o Governo do Estado de Pernambuco destinado um dos armazéns do porto antigo de Recife e também uma grande área de livre contíguo a este armazém. Este conjunto, localizado em frente ao mar na ilha onde a cidade de Recife nasceu – ao lado do Marco Zero – é inserido na lista de edifícios e espaços listado como patrimônio histórico nacional.

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Alinhado com o planejamento urbano e estado da cidade para manter os armazéns do porto antigo dando-lhes novas funções, o projeto arquitetônico foi desenvolvido com o uso de um deles (2,500m2) ea criação de um novo edifício (5,000m2 ) ligado ao abrigo, reforçando a longa linha de edifícios do porto, para abrigar todo o programa do museu.

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Devido à importância da sua localização e seu programa sociocultural, o museu como um todo – com suas áreas abertas – cria um novo marco urbano na paisagem de Recife. Ele também deve funcionar como um agente para a renovação urbana de todo o centro histórico, reforçar os laços da cidade com suas águas – canais, rios e do mar. E, neste caso específico do museu, trazer o vasto mundo do Sertão do Nordeste para o litoral da metrópole: sua paisagem, clima, biodiversidade, ocupação humana, tradições, artes, crenças, migrações e sua música poderosa.

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Floor Plans Planos de chão
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Além de pagar um tributo justo a um dos maiores ícones da cultura brasileira – Luiz Gonzaga -, Este projeto apresenta o universo do sertão, nas suas múltiplas vertentes formando um jeito brasileiro de ser. A fusão entre arquitetura e museografia cria unidade a partir do tema: Sertão. O concreto pigmentado amarelo ocre representa a cor quente do solo. Com uma estrutura sofisticada de concreto protendido, nós projetamos uma grande extensão de aproximadamente 65 medidores de luz, a criação de um grande centro coberta, varanda urbana verdadeira – protegido do sol forte e precipitação da cidade. Esta praça coberta pode ter uma infinidade de usos, de partes abertas para feiras, em shows para nada a fazer no gozo de uma boa sombra ou vista dos recifes.

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Mas o elemento mais simbólico da arquitetura é o Cobogó gigante, criado especialmente para o projeto. Nada é mais justo do que o uso do Cobogó nas construções de Recife, cidade onde nasceu, por suas características para suavizar a relação do interior / espaços exteriores, criar um filtro de luz para aqueles de dentro que olhar para a paisagem através “ramos” , e uma “doce e suavizou” visão para fora, os transeuntes que cobiçam o interior. Nossa Cobogó executado em geopolimérico concreto deve funcionar como uma grande renda branca muito bem no concreto estrutural amarelo, lembrando o chifre caatinga, ou as fendas de solo seco. Este elemento é forte o Cais do logotipo Sertão.

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Aberto ao público e escolas mais diversificada, o museu tem sido um sucesso para a sua proposta arquitetônica e museográfica para combinar alta tecnologia construtiva e expositiva, objectos variados pesquisados ​​com um rigor antropológico, obras de arte em diferentes suportes especialmente criado para o museu, documentos, filmes e fotos. Tudo isso é baseado em um conceito forte e conteúdo desenvolvido por especialistas de várias áreas do conhecimento, bem como uma arquitectura com uma inserção urbana forte.

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Ao apresentar o ‘sertaneja’ vida em um equipamento moderno à beira-mar da metrópole de Pernambuco, o museu tenta abrir os olhos de todos os brasileiros ao universo fantástico, ao mesmo tempo ricos e pobres, trágica e festivo, violenta e poética de grande parte da população que habita esta extensão territorial chamado Sertão.

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Sketch Esboço
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O resultado é um edifício que revela, metaforicamente, em várias formas – às vezes sutil, às vezes sem corte – os principais eixos temáticos da museografia. Cais do Sertão tem proporcionado aos seus visitantes com um acolhedor, experiência única, tanto intelectual e afetiva.

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Para resumir em poucas palavras o que é Cais do Sertão, podemos dizer que é o encontro da técnica com a poética, de oi-tech com baixa tecnologia, do conteúdo rigoroso e rico com a possibilidade de interpretação livre e diversão; finalmente, um lugar para “fruição estética”, onde a emoção, surpresa e descoberta andam de mãos dadas. Um lugar de gentileza urbana.

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Richard Grabowski
Abrigos e moradia adequada são mais do que apenas produtos; Eles fornecem segurança, permitir o desenvolvimento sustentável, unir as famílias, e ajudar a estabelecer comunidades estáveis. Nosso foco no IADDIC é para trazer a melhor tecnologia, com o menor custo, no volume mais alto possível para habitações de fato acessível.
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